Estamos em fase de construção, aguardem...

25 de dez. de 2010

MATERIAL RESINADO.

  

SISTEMA DE PRESSÃO.

   Trabalhe sempre tendo como orientação as amperagens dos motores.
   Trabalhe entre 30 e 35 Rpm, caso esteja ultrapassando esses valores diminua a pressão.
   Após 35 Rpm, os motores poderão desarmar, as correias terão uma vida útil inferior a garantida, maior desgaste dos abrasivos, trepidação da máq. sobre os trilhos, diversos problemas poderão aparecer em longo praso.

CUIDADOS AO POLIR PRETO E VERDE.

Para algúns polidores polir materias verde e preto é  bicho de 7 cabeças.

   À vários protocolos a serem seguidos no polimento, por serem materiais de coloração escura ,qualquer defeito como; arranhões(riscos) ficará em evidência sobre a superfície escura do material, os arranhões (riscos) terão uma coloração clara, aí o problema.
   Vamos explicar algúns procedimentos fundamentais para o polimento destes materiais.
   GRANITO PRETO:
Dependendo da serrada do material podemos iniciar o corte com o abrasivo 60, ou 36, caso a serrada esteja ruím, você pode iniciar com o diamantado 1 ( 1 passada somente ) ou o diamantado 2...depois é só caprichar nos abrasivos seguintes, esse procedimento não irá desbastar o material além do necessário e também não ficará com arranhões, sem contar o tempo que será economizado.
   No caso de uma polideira METAFILL em que a pressão estando zerada é o máximo, é bom começar o corte com 2 Kg. após o 220, no 400 pode-se zerar a pressão, o materia sairá com mais brilho, com o fundo mais escuro.  Se você trabalhar com 2 Kg do princípio ao fim, e trabalhar após o 220 com a pressão zerada, o resultado será visível, só alivie a pressão no Lustre 1Kg e meio.
   No corte abra tabela para que os abrasivos passem de 4 à 5cm além do material,( costumo dizer que enquanto os abrasivos não fazerem barulho, não está bom.) após o 220 feche um pouco mais a tabela deixe uns 3cm. Lave toda bancada para que ao passar de uma chapa para outra a água que sai dos satélites não jogue sujeiras sobre o material.

 OBs!__ No corte os abrasivos terão maior aderencia sobre o material, conforme forem mudando os abrasivos essa aderência irá diminuir por isso a necessidade de fechar a tabela.  



GRANITO VERDE


No material Verde será adotados quase os mesmo cuidados: sistemas de abertura das tabelas e lavagem da bancada.
   Pressão, inicie com 2, 1 (dependendo da serrada)
leve com 2 Kg até o final. ( em excessão o 400 e 1200 c/ 1KG )

24 de dez. de 2010

SERRAGEM EM TEARES







     O processo de serragem nos teares é auxiliado por uma polpa de água, cal e granalha, despejada continuamente sobre a carga, para otimização do corte e resfriamento das lâminas.
   A carga pode ser composta ou por bloco único ou por blocos casados, chamando-se de “rolha” o bloco de pequena largura acoplado ao bloco maior e utilizado como complemento de carga em algumas serradas.   Os blocos podem ter até 2 m de altura, correspondente à largura máxima admitida para as chapas nas politrizes, e até 4 m de comprimento.
Idealmente não se pode serrar, na mesma carga, blocos com alturas diferentes, materiais com diferentes durezas e chapas com diferentes espessuras, pois provoca-se assim, desgaste diferencial das lâminas, vibração do equipamento má planicidade das chapas e até fragmentação do material.
   Ainda nas pedreiras, o afeiçoamento ou esquadrejamento preliminar dos blocos, através de equipamentos monolâmina ou com fios, otimiza a serrada posterior nos teares, possibilitando uma padronização nas dimensões dos blocos, melhor acoplamento ou rejuntamento (chumbamento) dos blocos na carga, maior produtividade por m3 e menor produção de rejeitos (cascões) derivados da serragem.
   As lâminas de aço dos teares são tensionadas manualmente, através de cunhas, ou automaticamente, por tensores hidráulicos. O tensionamento fraco implica ondulações longitudinais das lâminas, provocando má planicidade das chapas e menor velocidade de corte. O tensionamento excessivo produz encurvamento transversal das lâminas, acarretando sulcos nas chapas.
   Os teares mais modernos dispõem de equipamentos que controlam automaticamente a alimentação e mistura da polpa abrasiva, pois a alimentação deve ser constante, e a viscosidade não pode ser excessiva.
Desdobram-se em média 32 m2 de chapas com 2 cm de espessura ou 49 m2 com 1 cm de espessura, por m3 de rocha serrada nos teares. Dependendo do melhor esquadrejamento do bloco ou blocos, pode-se chegar a 35 m2 de chapa com 2 cm de espessura, e 55 m2 de chapa com 1 cm de espessura.
        A velocidade de avanço do corte em teares com lâminas de aço, situa-se ao redor de 20-30 cm/h para mármores e 2 cm/h para granitos. A velocidade de avanço do corte em teares com lâminas diamantadas pode chegar a 50-60 cm/h nos mármores e 4 cm/h em granitos.
   Teares mais modernos, inclusive nacionais, com grande capacidade de carga e alta velocidade de movimentação do quadro de lâminas, produzem até 5.000-6.000 m2/mês em granitos e de até 8.000 m2/mês em mármores.


BENEFECIAMENTO


   Após a serragem, o passo seguinte do beneficiamento é o acabamento final das chapas e outras etapas, através de levigamento, polimento e lustro. O levigamento ou desbaste representa o desengrossamento das chapas, com a criação de superfícies planares e paralelas. O polimento produz o desbaste fino da chapa e o fechamento dos grãos minerais, criando uma superfície lisa, opaca e mais impermeável que a de uma face natural da mesma rocha. O lustro é aplicado no sentido de se imprimir brilho à superfície da chapa, produzido pelo espelhamento das faces dos cristais constituintes da rocha.
   O levigamento, polimento e lustro são efetuados por abrasivos, à base de carbureto de silício e diamante, em diferentes granulometrias (mais grossos para o levigamento e cada vez mais finos para o polimento e lustro final). Os rebolos, fixados em cabeçotes rotativos, circulam sobre a superfície da chapa, utilizando-se um fluxo constante de água para eliminação de resíduos e refrigeração da face tratada.
   Os resultados do polimento e lustro são definidos pelo brilho, fechamento e espelhamento das chapas, podendo-se aferir o brilho através da acuidade visual ou com uso de aparelhos (glossmeter). Os medidores de brilho foram desenvolvidos para superfícies metálicas homogêneas, sendo no entanto também muito utilizados no setor de rochas ornamentais. O índice de brilho exigível pelos consumidores, deve ser igual ou superior a 70 pontos medidos na escala dos aparelhos. Quanto maior a heterogeneidade das feições estéticas (movimentos) de uma rocha, maior o número de medidas necessário para uma média representativa.
   Concentrações de minerais máficos (sobretudo biotita grosseira) e sulfetos, geram problemas de polimento nas chapas e alterabilidade mais acentuada nos produtos aplicados. Nódulos (mulas), pequenos diques e veios (barbantes), sobretudo em rochas homogêneas, ocasionam problemas de padrão estético e perdas no esquadrejamento de chapas. Tais feições são esperáveis em materiais rochosos naturais, devendo ser observadas quando sua intensidade provoca tanto um efeito estético indesejável quanto eventuais problemas físico-mecânicos.
    Os equipamentos mais utilizados para polimento de rochas são as politrizes manuais (1 cabeçote), politrizes Semi-automáticas ( 3 cabeçotes) e politrizes multicabeçotes (5 a 20 cabeçotes). As politrizes manuais (cabritas) são ultrapassadas, determinando baixo rendimento e grande variação na qualidade dos produtos obtidos. Nas politrizes Semi-automáticas o movimento dos cabeçotes é menos aleatório, permitindo maior produtividade e qualidade de acabamento. As linhas de politrizes mais modernas e eficazes são multicabeças e totalmente automáticas, possibilitando o processamento de chapas de até 10-15 cm de espessura e 2 m de largura, bem como dispensando operações anteriores (levigamento) e posteriores (lustro) em outras máquinas.

   A tendência geral de evolução tecnológica para beneficiamento e acabamento das rochas ornamentais, é traduzida pela automação de toda a linha de equipamentos (teares, talha-blocos, corta chapas, politrizes, etc.) e pela melhor especificação dos materiais de consumo (lâminas, granalha, abrasivos, etc.), voltadas para a redução do tempo e custo das operações, bem como para a melhoria de qualidade dos produtos.
font: abrirochas






ABRASIVOS.

Usados em politrizes automáticas de esteira ou em semi-automáticas, para polimento de granitos, mármores e porcelanato. Fabricados em liga magnesiana Abrasivos usados no polimento semi-automático.



24 - 36 - 60 - 80-120-220-400-600-800-1200-lustre.
Vamos dividi-los em grupos para melhor compreenção:

CORTE, FECHAMENTO e ACABAMENTO FILNAL.
Abrasivos para cortes; 24, 36, 46, 60, 80.
Abrasivos para fechamento: 120,220.
Abrasivo 400: É claro que para um bom resultado final, 3 setores são fundamentais; corte, fechamento e Lustre. Mas se o corte e o fechamento estiverem ok !  o 400 passado com mais pressão nos cabeçotes e um númerro maior de passadas, o resultado será excelente.

 600. 800, 1200,1500, Lustre. Esses são responssáveis pelo Brilho.

Os abrasivos tem um limite de eficiência sobre a superfície do material.
Para um bom polimento será necessário no máximo 4 ou 5 passadas, se trabalharmos entre 10 ,20 passadas teremos o mesmo resultado das passadas iniciais.
Um automóvel desenvolve em primeira marcha 0km à 40KmH, após atingir essa velocidade, será necessário que o motorista passe a segunda para o desenvolvimento do automóvel, um abrasivo vai de 0 a 100 e o outro de 100 à 200 e assim sucessivamente.

REALIZAR MANUTENÇÃO NO PAINEL DO JOYSTICK

Feche os orímetros de velocidades; eixo Y, e eixo X.
_ Empurre o Joystick para direita e aperte o botão INICIAR ou POLIR.
No painel digital aparecerá a opção de manutenção realizada, mude o NÃO para SIM empurrando o JoyStick para o lado e confirme com o botão INICIAR ou POLIR, desta maneira não aparecerá; APAGAR PROGRAMAS, como aparece se for feita pelo P. digital.

Rvsantos79@hotmail.com

19 de dez. de 2010

FAZENDO PROGRAMAS


PROGRAMAS E MANUTENÇÃO.
Com a máquina parada pressione e segure o botão PROGRAMA, até aparecer no painel digital (esse acima na foto) a propaganda da automação, telefones, etc.. quando aparecer pressione o MENU, aparecerá:
PROGRAMA: NUM.PROGRAMA 1
Pressione ITEM, aparecerá a opção para por o nome do programa.
Selecione as letras usando as teclas UP e DOWN= A à Z e 9 à 0. A tecla FIELD avançará uma casa.
Feito esse passo, pressione a tecla ITEM, aparecerá:
PGM: 1 ABRAS: 1 NOME ABRAS: faça o mesmo procedimento para por os números correspondente aos abrasivos. Sempre após o término de uma configuração, pressione ITEM para confirmar.
Após a confirmação. (ITEM) aparecerá:
PGM:1 ABRAS:1
velocidade eixo x:
velocidade eixo y:
T.P. avanço x:
T.P. avanço y:
Velocidade x, Zig-Zag:
Velocidade y, Zig-Zag:
Velocidade Borda:
Obs: velocidade eixo x, é a velocidade da máquina sobre os trilhos. Velocidade y, é a velocidade do carrinho dos satélites. T.P avanço: é a abertura que o satélite fará ao fim do curso sobre o material; lado direito, esquerdo, frente e trás. Ex: Quando a máq. estiver fazendo a varredura y (carrinho dos satélites) chegar ao fim de curso, (quando o satélite chegar na borda da pedra para retornar.) a máq fica parada por alguns instantes esperando a abertura da passada, se colocarmos uma abertura alta,ex: 1.9 , enquanto a máquina der essa parada eixo y, o eixo X (sobre trilhos) terá um tempo maior para avançar.
Após confirmar a velocidade da Borda, aparecerá:
PGM:1 ABRAS:1 SEQ:1
Tipo de Varrd. eixo:_ _( selecione Y, X, Z ou B. selecione as letras correspondente as passadas usando as teclas UP e Down. confirme.(ITEM).
PRESSÃO:1 Sempre confirmar ITEM.
PGM:1 ABRASIVO:2
INCLUIR ABRASIVO ? NÃO. Mude NÃO para SIM nas tc UP e DOWN, e confirme.
PGM:1 ABRASIVO 2:
COPIAR PROGRAMA: SIM (ITEM)
COPIANDO ...
Essa cópia terá as mesmas configurações da primeira, esse procedimento de copiar te facilitará para não começar tudo de novo, você apenas irá substituir as configurações anterior para a atual .Ex: a primeira você colocou o número de abrasivo 24, nessa cópia apenas irá substitui-lo pelo 36, com as teclas UP e DOWN e FIELD , bem prático.
Após feito a sequência do LUST. aparecerá: INCLUIR ABRASIVO? NÃO E CONFIRME.
Para revisar o programa criado, faça o mesmo procedimento inicial. pressione e segure o botão PROGRAMA ou INICIAR.
Irá aparecer a propaganda, Pressione MENU
PROGRAMA: NUMERO PROGRAMA: 1. Apartir d´aqui você terá 2 opções; uma para fazer a revisão do programa criado, você poderá repassar todo o programa pressionando ITEM + ITEM +ITEM... OU se pressionar a tecla UP onde está escrito PROGRAMA: NUMERO PROGRAMA 1. irá mudar para; PROGRAMA: NUMERO PROGRAMA 2. assim poderá ser criado um segundo programa.